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PROF. GEILZA CAVALCANTI DINIZ

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ARTIGOS PUBLICADOS DA PROFESSORA GEILZA CAVALCANTI

A efetivação dos direitos humanos por meio do direito alternativo e do uso alternativo do direito - Revista de Informação Legislativa Brasília , ano 37, nº 147, julho / setembro 2000

Crime unissubsistente e crime permanente - Artigo apresentado na Fundação Escola do Ministério Público Federal do Distrito Federal, em 1998.

A efetivação dos direitos humanos através do direito alternativo e do uso alternativo do direito - Revista Norte Jurídico Ano II nº 4 maio/dezembro 2000. Autoria exclusiva.

Direitos humanos de quarta geração - Revista Jurídica da Associação dos Magistrados de Roraima Ano 2 nº 2 agosto/2001. Autoria exclusiva.


Parecer CJ/MJ nº 122/2001 - Processo Administrativo Disciplinar. Autoria exclusiva. Revista Fórum Administrativo Ano 2 nº 12 fevereiro 2002.


Veja as célebres gafes em Tribunais... Estas são piadas retiradas do livro "Desordem no Tribunal".
São coisas que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente pelos taquígrafos,que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos realmente aconteciam à sua frente.

1. Pergunta: Qual é a data do seu aniversario? Resposta: 15 de julho. P: Que ano? R: Todo ano.

2. P: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória? R: Sim. P: E de que modo ela afeta sua memória? R: Eu esqueço das coisas. P: Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?

3. P: Que idade tem seu filho? R: 38 ou 35, não me lembro. P: Há quanto tempo ele mora com você? R: Há 45 anos.

4. P: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou naquela manhã? R: Ele disse, "Onde estou, Betty?" P: E por que você se aborreceu? R: Meu nome é Susan.

5. P: Me diga, doutor... não é verdade que, ao morrer no sono,a pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?

6. P: Seu filho mais novo, o de 20 anos... R: Sim. P: Que idade ele tem?

7. P: Sobre esta foto sua... o senhor estava presente quando ela foi tirada?

8. P: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto? R: Sim, foi. P: E o que você estava fazendo nesse dia?

9. P: Ela tinha 3 filhos, certo? R: Certo. P: Quantos eram meninos? R: Nenhum P: E quantas eram meninas?

10. P: Sr. Wilson, por que acabou seu primeiro casamento? R: Por morte do cônjuge. P: E por morte de que cônjuge ele acabou?

11. P: Poderia descrever o suspeito? R: Ele tinha estatura mediana e usava barba. P: E era um homem ou uma mulher?

12. P: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas? R: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...

13. P: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, ok? Que escola você freqüenta? R: Oral.

14. P: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vítima? R: Sim, a autópsia começou às 20:30. P: E o sr. Dennis já estava morto a essa hora? R: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele.

15. P: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?

16. ******* Essa é a melhor ******** P: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima? R: Não. P: O senhor checou a pressão arterial? R: Não. P: O senhor checou a respiração? R: Não. P: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou? R: Não. P: Como o senhor pode ter essa certeza? R: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa. P: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim? R: Sim, é possível que ele estivesse vivo e exercendo Direito em algum lugar!!

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